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Maior árvore de Natal do mundo

A árvore de Natal é uma das tradições mais populares associadas à celebração do Natal. Esta tradição, é comum a católicos, protestantes e ortodoxos, o que faz com que todos os anos, um pouco por todo o mundo, se encontrem árvores decoradas em espaços públicos.



Como o ser humano tem propensão para o exagero, a Itália em 1991 entrou no Guinness com a “maior árvore de Natal do mundo” e mais precisamente, com a árvore de uma cidade da Úmbria chamada Gubbio.
A cidade de Gubbio fica aos pés do Monte Ingino, e os eugubini (assim se chamam os habitantes de Gubbio) fazem todos os anos uma árvore com mais de 800 metros, utilizando cerca de 15 quilómetros de cabos eléctricos, mais de 1.000 fichas e painéis solares para reduzir o consumo eléctrico. Esta árvore gigante, é desenhada com mais de 250 luzes verdes, “decorada” com mais de 300 luzes de várias cores e possui uma estrela no seu topo com 40 metros!
Na realidade, hoje em dia Gubbio divide o título pela maior árvore de Natal do mundo com San Vittore del Lazio, mas a ideia original, é e será sempre dos eugubini. É caso para dizer, que estes Romanos são loucos!
A árvore será acesa a 7 de Dezembro e nada mais nada menos, do que pelo Papa Bento XVI, que curiosamente a irá acender à distância, por intermédio de uma aplicação instalada noum iPad, que estará directamente ligado ao Centro Televisivo do Vaticano.


A árvore permanecerá acesa durante todo o período natalício e será desactivada no período da Epifania. Milhares de pessoas vão todos os anos a Gubbio durante o período de Natal, para admirar esta árvore luminosa.

A origem do nome América

A origem do nome do continente americano, está envolvida em várias contradições. Contudo, o historiador português, José Pedro Machado, é inequívoco ao apontar como origem do topónimo (nome próprio de lugar)"América" o prenome do navegador Américo Vespúcio.


Segundo Machado, o termo já aparece na obra Cosmographiae introductio, de 1507, de autoria de Martin Waldseemüller, em que, ao lado de cartas escritas por Vespúcio, consta um no qual as terras do nordeste brasileiro cuja descoberta Waldseemüller erroneamente atribuiu a Vespúcio - estão indicadas como Americi Terra vel America "Terras de Américo ou América"). A forma foi passada para o feminino por paralelismo com os outros continentes.

Curiosidade II: Embora tenha sido Cristóvão Colombo, o genuíno descobridor da América. Quando este a atingiu, mais precisamente na parte onde se encontra hoje a América Central, achava que tinha chegado às Índias. Por isso, muitos historiadores deram o mérito da descoberta a Américo Vespúcio, por ter sido o primeiro navegador a afirmar e a divulgar o “Novo Mundo”.

O melhor bolo de chocolate do mundo

De facto, não se sabe qual é que é o melhor bolo de chocolate do mundo (ou pelo menos nunca se chegou a um veredicto). Contudo, o que se sabe, é que a pastelaria onde é feito "O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo", está localizada em Campo de Ourique, em Lisboa.


"O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo", é feito à base de camadas de mousse e crocante tipo suspiro que se intercalam ente si, e regado com um delicioso chocolate derretido (feito com 53% de cacau). E já foram tantas as pessoas que se renderam a estes encantos, que esta bolo se tornou uma marca.  

O criador desta marca gastronómica, 100% nacional, chama-se Carlos Braz Lopes, que numa viagem a Paris, comeu um bolo de chocolate "maravilhoso". Chegado a Lisboa procurou copiá-lo e o que saiu foi somente "O melhor bolo de chocolate do mundo". A receita só a desvendou aos pasteleiros da loja, que ainda hoje o confecciona em Campo de Ourique.

Este bolo, foi servido durante anos no Mercado de Santa Clara como sobremesa da casa. Na altura, Carlos Braz Lopes dizia na brincadeira que era o melhor bolo de chocolate do mundo e os clientes rapidamente adoptaram a designação. Quando chegava a hora da sobremesa, pediam: "O melhor bolo de chocolate do mundo."

O nome pode ser pretensioso, mas pegou de tal forma, que hoje em dia já é servido no Brasil e em Espanha. Parece que após as primeiras garfadas, todos se rendem à pretensão.

Importante: Carlos Braz Lopes confessou que o bolo não leva farinha e que o chocolate é francês.

A cidade mais antiga de Portugal

Braga ou Bracara Augusta, como os romanos a baptizaram, é a cidade mais antiga de Portugal. Foi fundada pelos Celtas em 300 a.C. e foi um centro administrativo romano em 27 a.C..


Após a conquista do império romano, Braga tornou-se na capital política e intelectual do reino dos Suevos, que englobava a extinta região da Gallaecia e se prolongava até ao Rio Tejo. Contudo, no ano de 716 os Mouros alcançam a cidade e provocaram uma grande destruição na mesma.

Erguida ao longo dos séculos pelo povo Português, Braga sustenta agora um esplendor barroco como é difícil de encontrar. Também é conhecida como, “Cidade dos Arcebispos” ou “Roma Portuguesa”, devido ao vasto património religiosos, do qual se pode destacar a Sé de Braga, a mais antiga do País, e o Santuários do Bom Jesus, que atrai fiéis e peregrinos dos quatro cantos do mundo.

A estátua mais alta do mundo

No Templo do Primavera está erguido uma majestosa estátua em homenagem a Buda. Com 128 metros, é a estátua mais alta do mundo e se incluirmos os 25 metros de pedestal (um trono de lótus), ficamos com uma impressionante altura total, de 153 metros.


Esta estátua é uma representação do Buda Vairochana. O nome Vairochana quer dizer "Aquele que Está Como o Sol" ou o Radiante e representa a integração da origem dos Buddhas Dhyani. A sabedoria transcendente de Vairochana revela o reino da realidade mais alta e supera o veneno da ignorância, ou ilusão. É considerado que a sabedoria dele é a origem total de todas as sabedorias dos Buddhas Dhyani.

Localização: China, mais especificamente na área protegida de Scenic Fodushan em Lushan, província de Henan. A estátua foi concluída em 2002 e sua estrutura é um emaranhado de placas de cobre fundido, que acabam por lhe conferir uma certa “leveza”, porque apesar da sua dimensão pesa apenas 1.000 toneladas. Durante 2008, foi alvo de obras de melhoria que tiveram por objectivo elevar os pedestais, fazendo com que a estátua conseguisse atingir os 208 metros de altura.

O país mais pequeno do mundo

O Estado da Cidade do Vaticano (Italiano: Stato della Città del Vaticano) é o país mais pequeno do mundo com reconhecimento internacional, tanto em área, como em população, uma vez que tem apenas 0,44 Km² e pouco mais de 800 habitantes (Em Portugal, a cidade de Alfena 12,83 Km² e 22.300habitantes).


A Cidade do Vaticano, é um estado eclesiástico ou sacerdotal-monárquico, que existe desde 1929 e está situada no meio da capital italiana, Roma. Por isso, não possui área costeira. A cidade é governado pelo bispo de Roma, o Papa, contudo a defesa do estado é da responsabilidade da Itália, enquanto que a segurança do bispo fica a cargo da Guarda Suíça. Fora da Cidade do Vaticano, o Estado possui 13 edifícios em Roma e Castel Gandolfo (A residência de Verão do Papa) gozando de direitos extraterritoriais.
 
Curiosidade II: Embora tenha sido descrita como a menor nação do mundo, o principado de Sealand é geralmente classificado como micronação, ou seja, não é um Estado soberano independente.

A origem do nome Big Ben

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, Big Ben,  não é o nome do famoso relógio do Parlamento Inglês, nem tão pouco o da sua torre.


Big Ben, é o nome do sino, que pesa mais de 12 toneladas e foi instalado no Palácio de Westminster durante a gestão de Sir Benjamin Hall, o ministro de Obras Públicas Inglesas, em 1859.

Mas como é que explicamos o nome do sino? Com o humor britânico. Por ser um individuo alto e corpulento (158 quilos), Sir Benjamim Hall tinha a alcunha de “Big Ben” (Grande Ben) e para relacionar o peso do sino, com o peso do ministro, atribuiu-se o nome de Big Ben ao sino. Este facto, também acaba por comprovar que o humor inglês, nem sempre é inteligente e seco.

Acaba por ser irónico que o símbolo mais famoso de Inglaterra e que o mundo inteiro conhece como Big Ben, na realidade se chame “Tower Clock”, ou “Clock Tower “.  

Independentemente da origem do seu nome, desde que tocou pela primeira vez em 11 de Julho de 1859, que o “Big Ben” (porque, na realidade, será assim que o recordaremos) é responsável pela pontualidade britânica. Esta responsabilidade está inerente à sua precisão (é o relógio mais preciso do mundo) e ao facto, de ainda hoje, a emissora de rádio BBC transmitir todos os dias as suas badaladas.  

O que é uma companhia aérea low cost?



Uma companhia aérea low cost é, como o nome indica, uma companhia aérea de baixo custo, ou seja é uma companhia que oferece tarifas baixas à custa da eliminação de certas "mordomias" só possíveis nas companhias tradicionais. As principais características das companhias low cost são:
  • A existência de uma única classe (deixando de haver as tradicionais classes económica, executiva e primeira classe);
  • Um sistema simples de tarifação (quantos menos lugares livres mais caros os bilhetes, acabando por recompensar reservas com antecedência);
  • Não existem lugares marcados, tal facto encoraja os passageiros a embarcarem o mais rapidamente possível;
  • São escolhidos aeroportos com custos mais baratos e menos congestionados, normalmente aeroportos secundários;
  • Optam por voar em horários não preferenciais (de manhã cedo ou já de noite), de forma a reduzir custos e evitar atrasos devido ao imenso tráfego aéreo;
  • Os funcionários acabam por exercer várias funções;
  • O serviço de bordo é cobrado;
  • Emissão preferencial de bilhetes electrónicos.
Os preços mais baixos cativaram mais pessoas a voar e estas empresas cresceram e hoje em dia já existem um número considerável a operar em Portugal, aqui ficam algumas: easyJet, Ryanair, AerLingus, Thomson, Tui Fly, Condor, Vueling, Fly Niki e GermanWings.

O que é viajar?

Comecei a pensar nesta questão e como bom estudioso que sou, fui ver ao dicionário e foi então que descobri que viajar é “fazer viagens”, “andar em viagens”, “percorrer em viagens” ou para mim o melhor de todos os significados, “andar por muitas terras”. Ou seja, está estabelecido que viajar se reduz a uma contagem de quilómetros (comprem já um pedómetro na Decathlon!) e ao longo desta contagem vamos vendo umas coisas, praias, igrejas, cães da pradaria, seres humanos e picanha com arroz e feijão.

Então qual é a grande agitação à volta do tema? Se viajar é isto, porque é que gostamos tanto de viajar? Talvez porque viajar não seja isto! Quem escreveu a porra do dicionário está enganado e quer-nos enganar. Só que não consegue! Viajar causa esta agitação porque significa rumar ao desconhecido e por isso faz-nos sonhar e cria expectativas, que podem ser relativas à beleza natural do local, às pessoas e ao que estas têm para oferecer, seja culturalmente, gastronomicamente ou afectivamente. Agora dizem: “Mas eu posso estar a viajar e a rumar ao que já é conhecido?”. Ao que eu digo: “Ainda bem! Significa que gostaste e estás a voltar ou melhor ainda, significa que há algo nesse local a “prender-te”.

O inicio de uma viagem

Um dia alguém disse que a primeira vez é a mais difícil. Ao que é que esse alguém se estava a referir? É simples, a tudo. Fazer algo pela primeira vez é sempre difícil e quando se trata de escrever surgem as eternas questões, qual forma ideal de escrever? Que palavras devo utilizar para falar sobre viagens?

Mas a verdade é que nada disso importa. O que verdadeiramente importa é que após uns parágrafos, umas fotos e umas dicas, quem lê sinta uma enorme vontade de se levantar da cadeira, pegar na mochila, na mala ou no trolley e fazer-se à estrada, ao céu ou ao mar. Se fazer isto é fácil? Acredito que não. Mas é o objectivo do Andaduraz e é isto que vou tentar fazer.